O desenvolvimento infantil dentro de sala pode ser potencializado através da atuação mútua das principais referências na vida da criança: a escola e os pais

 

O sucesso da educação é o resultado de uma série de fatores, não apenas de boas técnicas dos professores mas também da parceria entre família e escola. Ao contrário do que muitos acreditam, eles não devem cumprir seu papel separadamente, mas o ideal é que a sintonia entre os pais e a instituição de ensino seja constante.

Além de ser fundamental, a interação entre os dois deve ter como objetivo maior o desenvolvimento da educação da criança ou adolescente, já que eles se desenvolvem de maneira isolada nos lugares e espaços que frequentam.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) realizou uma pesquisa em 2015 que revelou que no Brasil, cerca de 20% do tempo do professor em sala de aula é utilizado para acalmar os alunos para poder ensinar.

Quando os ambientes familiar e escolar estão alinhados, trabalhando juntos para a evolução do aluno, seu rendimento e postura melhoram, em sala de aula e em casa.

Essa parceria também contribui para que sua independência, maturidade, bom comportamento e confiança do aluno em suas capacidades sejam estimuladas. Essa boa interação pode, ainda, reduzir faltas e até mesmo casos de repetência.

Tudo porque, principalmente nos primeiros anos de vida da criança, tanto a família quanto a escola são as principais bases responsáveis pela sua orientação e desenvolvimento cognitivo e social, ainda que agindo separados.

O interesse pela vida escolar dos filhos deve partir dos pais, que devem buscar meios de participar dela e sempre estarem cientes do que se passa do portão escolar para dentro.

Comparecer aos eventos, debates e principalmente às reuniões realizadas pelos professores é a principal forma de acompanhar como estão as crianças quanto alunos e também frequentar o ambiente escolar.

O apoio e incentivo das principais referências na construção de um indivíduo são o princípio para no futuro se ter um adulto mais responsável, confiante de si e consciente de sua parte no mundo.