Pequenas mudanças de hábito podem fazer uma diferença enorme na natureza e nas nossas vidas

Ao tratarmos desse tema é importante partir do pressuposto de que sustentabilidade é um ideal que visa atender todas as necessidades básicas e primordiais do ser humano sem, no entanto, colocar em risco a preservação do planeta.

Os processos sustentáveis são aqueles que viabilizam a reposição dos recursos naturais e evitam o desmatamento, a poluição e a extinção de espécies de vegetais, animais e biomas de um modo geral.

A partir disso temos a educação ambiental, eixo educativo responsável por conscientizar as pessoas sobre a importância da ecologia bem como demonstrar que a preservação do ambiente resulta em impactos positivos não só para o momento atual, mas também a longo prazo. Esse é um dos passos fundamentais na educação das crianças, pois forma adultos conscientes sobre seu papel na preservação do planeta e dos seus recursos naturais.

A educação ambiental deve ser feita no dia a dia. Muitas pessoas ainda não entendem o problema que um lixo jogado no chão pode causar, como o entupimento de bueiros, enchentes, alagamentos e a extinção da vida aquática em rios poluídos.

Para ajudá-lo a fazer da educação ambiental algo cotidiano, aqui vão algumas dicas para introduzir a sustentabilidade na vida dos pequenos:

Coleta seletiva: uma ação simples e decisiva para que, desde cedo, haja a consciência e a responsabilidade em relação ao destino dado aos descartes;

Horta em casa:  cultivar pequenas plantinhas dentro do lar é uma ótima alternativa de trabalhar a natureza com as crianças colocando a mão na massa;

Brinquedos reciclados: latas de leite, garrafas pet, caixas de papelão e muitos outros objetos que seriam jogados direto no lixo podem virar brinquedos reciclados divertidos e muito educativos;

Banhos rápidos: uma das tarefas mais difíceis da sustentabilidade para crianças, mas nada que uma “competição de recordes” não ajude a resolver.

Doações: peças de roupas que não servem mais, brinquedos que não são utilizados com frequência e livros que já foram lidos, por exemplo, serão muito mais úteis para outros pequeninos.

Essas são apenas algumas das pequenas ações que podemos fazer para ensinar nossas crianças a serem, no futuro, adultos engajados com a causa socioambiental.

Felipe Wieira – Coordenador Pedagógico do Ensino Médio