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O mundo mudou, as tecnologias avançaram e o estudo não pode ficar de fora dessa

 

Para entender os alunos de hoje e as necessidades de aprendizagem, precisamos pensar no mundo em que eles estão vivendo. Em meio à globalização, as trocas rápidas de informação e a exigência constante de desenvolvimento de novas habilidades e conhecimentos.

Depois de observar isso, não podemos dizer que os métodos de ensino e aprendizado sejam os mesmos de 10 ou 20 anos atrás. 

É nesse momento que a escola tem o papel de questionar se ela conversa com o contexto atual, a forma como isso acontece, as necessidades dessa nova geração e de que modo se diferem das outras gerações.

Para atender essas necessidades acadêmicas, sociais, afetivas e profissionais, é fundamental a abertura do diálogo escolar com o desenvolvimento de competências e a abertura de espaço para as habilidades digitais. Afinal, da mesma forma que é necessário aprender para acompanhar os avanços tecnológicos, é preciso aprender sobre a evolução do processo educacional para se tornar capaz de praticar e avaliar as práticas pedagógicas atuais.

Nos dias de hoje sabemos que ensinar e aprender são duas coisas diferentes e que o aluno é o autor do seu conhecimento, ao receber as informações do mundo externo ele constrói internamente o conhecimento junto as habilidades de identificação, interpretação e análise.

Sendo assim, entramos na diferença entre “ensinagem” e “aprendizagem”, durante muito tempo a escola acreditou que o simples fato de ensinar um conteúdo gerava a aprendizagem. 

Porém, conhecendo as possibilidades de futuro e compreendendo a construção do conhecimento como processo autoral de cada indivíduo isso muda.

Para entender a importância do desenvolvimento das competências, podemos fazer um paralelo com o processo de comunicação, onde não basta dominar os códigos da escrita e da fala, para ser eficiente é preciso compreender o destinatário da mensagem, o contexto, a forma de transmissão e garantir que a mensagem seja recebida e compreendida.

Para a maioria dos estudantes, muitos conteúdos são apenas conhecimento escolarizado, sem relação com a vida prática. Isso acontece porque foram “passados” ou “transmitidos” e não aprendidos, ou seja, não fizeram parte de um contexto real e significativo do aluno.

E para solucionar esse problema é bem simples, através da problematização, do levantamento de hipóteses, da experimentação, testagem, observação, análise e a validação de atividades práticas.

Quanto mais dinâmico e variado for o processo de ensino, maior a aprendizagem dos alunos.

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